03:32 da manhã e não ouço sinos, nem carros, nem latidos
Não ouço nem um ruído muito menos minha própria respiração
De repente um tormento puxa meu corpo pra baixo
Estou num precípicio impiedoso e dolorido que me suga
Suga meu coração, suga meu rosto, suga minha verdade
Estou presa em minha própria teia pesada e desvairada
O que há em mim?
O que tem de errado comigo?
A loucura é minha única confidente, minha única verdade e minha única esperança.

