"Será que o tempo se encarregará de limpar algumas poeiras dos cantos?
Será que é necessário uma mão que se estenda ou mais necessário uma mente que se abra?
Será que se pudesse ver meu intento levaria algo ou se perderia em labirintos?
Decifra-me ou devoro-te.
Devora-me ou te decifro!
Por favor, poderia ser, mas não, hoje não.
Ainda há muito tempo para se perder.
Quem sabe amanhã tudo virará cinzas?
E poderei sopra-las sob lábios umedecidos,
Dançarei sob meu corpo e o beijarei, corpo meu
como em uma despedida cruel, mas necessária."
"Não se assuste pessoa, se eu lhe disser que a vida é boa"
Amanda Oliveira
31 de julho de 2012
17 de junho de 2012
Segure-se!Segure-se!
Não tenha medo. Você nunca mudará o que aconteceu e passou
Que seu sorriso brilhe
Não tenha medo, seu destino pode mantê-lo aquecido
Levante .Venha.Por que você está assustado? (Não estou assustado)
Você nunca mudará o que aconteceu e passou
Seu destino pode mantê-lo aquecido
Porque todas as estrelas e stão desaparecendo
Apenas tente não se preocupar você as verá algum dia
Pegue o que você precisa e siga seu caminho
E faça seu coração parar de chorar
Onde todos nós, estrelas, nós estamos desaparecendo
Apenas tente não se preocupar: Você nos verá algum dia
Apenas pegue o necessário e siga seu caminho
E faça seu coração parar de chorar
Faça seu coração parar de chorar
Faça seu coração parar de chorar
Faça seu coração parar de chorar
(Stop crying your heart out - Oasis)
22 de abril de 2012
9 de abril de 2012
29 de janeiro de 2010
5 de junho de 2009
AMANDIOCA - 19 ANOS!!!!!!!!
HOJE É MEU ANIVERSÁRIO UHUUUUUUUUUUU
ESSE TEXTO EU FIZ ESPECIALMENTE PRA MIM:
A MENINA
Sentada na calçada de uma rua vazia, a noite caía gelada e ainda era possível ver o vestígio de chuva que havia caído durante o fim de tarde.
Ela estava lá com seu cachecol em volta do pescoço, cabelos soltos contra o vento gélido que soprava em sua pele cor de terra,
ela estava lá com as mãos entre as pernas sentada na calçada com seu olhos fechados.
Se alguém passasse provavelmente nem a veria, ao que era uma coisa comum, mas ela nao deixava de existir.
Naquele momento ela era um corpo, mas não só este, um corpo com vida, sonhos, sentimentos.
Sua mente estava um turbilhão, e no caminho de casa vindo do trabalho resolveu sentar naquela calçada pra pensar.
Sua imaginação era o único lugar que podia sentir-se segura, então fechou os olhos repreendeu toda a tristeza e foi pro seu lugar preferido,
imaginou um lugar onde não haviam crianças sem família, pais maltratando seu filhos, pessoas sentindo fome, frio,
tanta miséria, medo, e pessoas egoistas e maldosas.
Imaginou um lugar belo, onde tudo tinha cor além do cinza, tudo podia ser colorido, inclusive o sorriso das pessoas.
Então sentiu uma, duas, três gotinhas de chuva, e assim foi indo até que começou a cair uma GRANDE TEMPESTADE.
A menina abriu os olhos assustada, levantou-se da calçada e com as mãos no bolso se pôs a correr pelas ruas desertas, vazias...
ESSE TEXTO EU FIZ ESPECIALMENTE PRA MIM:
A MENINA
Sentada na calçada de uma rua vazia, a noite caía gelada e ainda era possível ver o vestígio de chuva que havia caído durante o fim de tarde.
Ela estava lá com seu cachecol em volta do pescoço, cabelos soltos contra o vento gélido que soprava em sua pele cor de terra,
ela estava lá com as mãos entre as pernas sentada na calçada com seu olhos fechados.
Se alguém passasse provavelmente nem a veria, ao que era uma coisa comum, mas ela nao deixava de existir.
Naquele momento ela era um corpo, mas não só este, um corpo com vida, sonhos, sentimentos.
Sua mente estava um turbilhão, e no caminho de casa vindo do trabalho resolveu sentar naquela calçada pra pensar.
Sua imaginação era o único lugar que podia sentir-se segura, então fechou os olhos repreendeu toda a tristeza e foi pro seu lugar preferido,
imaginou um lugar onde não haviam crianças sem família, pais maltratando seu filhos, pessoas sentindo fome, frio,
tanta miséria, medo, e pessoas egoistas e maldosas.
Imaginou um lugar belo, onde tudo tinha cor além do cinza, tudo podia ser colorido, inclusive o sorriso das pessoas.
Então sentiu uma, duas, três gotinhas de chuva, e assim foi indo até que começou a cair uma GRANDE TEMPESTADE.
A menina abriu os olhos assustada, levantou-se da calçada e com as mãos no bolso se pôs a correr pelas ruas desertas, vazias...
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